Construtoras começam a lançar seus empreendimentos para a Faixa 1,5

Construtoras começam a lançar seus empreendimentos para a Faixa 1,5

A Azul Construções lança neste fim de semana o Residencial Diamantino, em Santíssimo, com 160 apartamentos de dois quartos. É o primeiro empreendimento da empresa na faixa 1,5 do Programa Minha Casa Minha Vida. Assim com a Azul, outras construtoras começam a lançar condomínios que se adequam a esta nova modalidade, criada em outubro pelo governo federal.

A faixa 1,5 atende a famílias com renda mensal de até R$ 2,6 mil (o limite de renda mensal era de R$ 2.350, mas aumentou em fevereiro), com taxa de juros em 5% ao ano e subsídio de R$ 47.500 para a compra do imóvel. Agora na cidade do Rio, a Faixa 1,5 poderá ter apartamentos de até R$ 144 mil.

No caso da Azul, os apartamentos custam a partir de R$ 138 mil, têm 50,73m² e área de lazer com piscina e playground.

— Há uma demanda reprimida nesta faixa do MCMV e na região da cidade — diz Mariana Marques, diretora da Azul.

Já a Direcional Engenharia lançou no final do ano passado a segunda fase do residencial Conquista Itaboraí, que faz parte da Faixa 1,5 do programa. O empreendimento tem apartamentos de dois quartos, além de infraestrutura de lazer, a partir de R$ 117 mil.

— Estamos preparando um segundo lançamento nesta faixa, agora na cidade do Rio de Janeiro, ainda no 1º semestre — revela Adriano Nobre, superintendente de Incorporação da Direcional.

A MRV também tem diversos empreendimentos nesta faixa 1,5 como o Parque Recanto das Flores (Santa Cruz), o Park Real Resort (Cosmo) e o Pontal e o Guanabara, em São Gonçalo. E a empresa garante que os condomínios têm as mesmas características dos voltados para a faixa 2 e 3.

— Podemos citar como exemplo, o residencial Park Real Resort, que tem 19 itens de lazer, entre eles salão de festas, playground, espaço fitness,espaço gourmet, piscinas adulto e infantil e espaço kids, um conceito inovador de condomínio que tem forte influência nos resorts bem estruturados em opções de lazer — diz Sandro Perin, gestor executivo de vendas da MRV.

Segundo a diretora da Mdoito, Mariliza Fontes Pereira, o escritório de arquitetura focado no segmento, esta modalidade do MCMV (até R$ 2.600) atinge um faixa onde há grande parte do déficit habitacional.

— Ficou mais fácil enquadrar essas famílias no programa por conta da renda e também pelo subsídio, que pode chegar a R$ 47.500 — afirma ela.

No entanto, ela alerta que este conjunto de fatores tem atraído construtoras e algumas têm tentado enquadrar os empreendimentos que já estavam em andamento nessa faixa.

— Mas é preciso ter experiência para construir condomínios com esse perfil. Ou seja, caso contrário, a conta não vai fechar e pode colocar o empreendimento em risco — ressalta.

Por isso, a importância de pesquisar antes sobre a empresa e investigar se ela tem históricos de atraso de entrega ou uso de materiais ruins.

Fonte: EXTRA

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