Maiores construtoras do CE vendem R$ 300 mi

As 60 maiores construtoras do Estado venderam, em agosto, mais de R$ 300 milhões em imóveis, segundo estimou ontem (14) o sócio e diretor executivo da Lopes Immobilis, Ricardo Bezerra. O número, que faz parte do levantamento Flash Imobiliário e será divulgado oficialmente hoje (15), foi adiantado à imprensa e a alguns nomes do setor imobiliário ontem (14), durante o evento de lançamento do Black Week Imobiliário. Continuar lendo Maiores construtoras do CE vendem R$ 300 mi

Acordo de Doria para construir parque Augusta trará lucro a construtoras

De um lado, um negócio altamente lucrativo para as construtoras, que herdarão um terreno numa área estratégica da cidade. De outro, a chance de a região central se livrar de um pepino do ponto de vista urbanístico e ainda receber um parque público.

Assim arquitetos e integrantes de comissões de urbanismo no Legislativo avaliam a decisão da gestão João Doria (PSDB) de trocar a área do parque Augusta, cujas donas são as gigantes do mercado imobiliário Cyrela e Setin, por uma área municipal em frente à marginal Pinheiros, na zona oeste da cidade. Um acordo deve ser anunciado ainda no final desta semana.

Doria aposta na parceria com as empresas –com quem tem estreita relação para dar fim ao impasse em torno da área verde. A gestão acredita que herdará um espaço de 24 mil m² avaliado em R$ 120 milhões e contrapartidas à cidade oferecidas pelas empresas que somam R$ 30 milhões.

No entanto, entregará a elas área de 18 mil m² considerada uma pedra preciosa da cidade e cujo valor exato é uma incógnita –mas superior ao do parque, dizem especialistas.

O Ministério Público Estadual, que acompanha a negociação, terá acesso ao acordo nesta semana.

Segundo as regras de uso e ocupação do solo, os dois terrenos estão em áreas muito valorizadas. O da Augusta faz parte da Operação Urbana Centro, e o da marginal, da Operação Urbana Faria Lima. Na teoria, ambas têm alto potencial de construção.

Na prática, porém, a coisa muda: a área verde da Rua Augusta é alvo de ação judicial que minou planos das empreiteiras de construir torres ali, após protestos em série feitos por entidades que exigem a manutenção da área verde desde a década de 1970.

Já a “pérola da marginal” está numa área nobre, cercada de estações de metrô e trem na zona oeste, com espaço a ser ocupado.

Professor do curso de arquitetura e urbanismo do Mackenzie, Valter Caldana diz que a negociação é inviável. “Considero essa permuta uma tragédia. A cidade entregará a joia da coroa em troca de uma bijuteria”, disse.

Para ele, a área oferecida –onde hoje está à prefeitura regional de Pinheiros– é fundamental para um projeto de crescimento urbano nas marginais. “Não se trata de calcular preços de mercado dos terrenos e trocar um pelo outro. Reduzir essa operação a preço e não a valor estratégico é um erro”, disse Caldana.

O pior, segundo ele, é a inexistência de um PIU (Projeto de Intervenção Urbana), que inseriria o terreno num programa urbanístico específico para a região. Sem isso, as donas podem usar a área da maneira que quiserem, com empreendimentos desconectados dos planos de desenvolvimento –que poderiam mesclar prédios de alto padrão, mas também habitação de interesse social, por exemplo.

17210372

Urbanistas ainda questionam porque a prefeitura está cedendo uma área específica quando poderia oferecer opções de potencial construtivo em regiões consideradas pela própria gestão Doria como prioritárias para desenvolvimento urbano: o arco Jurubatuba (zona sul) e as imediações da cracolândia (centro).

Para o arquiteto Kazuo Nakano, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a prefeitura abre mão de um terreno estratégico num momento em que a cidade carece de áreas públicas para construção de equipamentos públicos como creches, por exemplo. “A prefeitura não pode se dar esse luxo”, diz.

Nakano também critica, ao menos por ora, a falta de detalhamento das contrapartidas a serem entregues pelas donas da área. A previsão é que, além do parque Augusta e da reforma de uma praça na zona oeste, as empresas construam a nova sede da regional de Pinheiros, uma creche e um centro de atendimento para moradores de rua. “Onde e em que circunstâncias? Faltaram consulta pública e uma pré-avaliação desse contrato.”

Integrantes do Legislativo dizem que, mesmo diante da atual ociosidade do terreno da marginal, a gestão não pode fazer uma troca sem que lucre alto com isso. “Os donos podem ganhar dinheiro com o negócio, mas a cidade tem que ganhar mais”, diz o vereador José Police Neto (PSD), que presidiu a comissão de Política Urbana da Câmara.

Relator da lei de zoneamento vigente, o vereador Paulo Frange (PTB) afirma que o lado bom da negociação está na possibilidade de o centro ganhar definitivamente uma área permeável.

Ele diz, porém, que a avaliação atual do parque Augusta, em R$ 120 milhões, é baseada em cálculos de 2013, quando o mercado assistia à supervalorização de terrenos. “As duas áreas perderam valor de lá para cá”, comenta. O negócio só irá adiante se a Câmara aprová-lo. Doria tem conseguido maioria nas principais votações da Casa.

CRÍTICAS INFUNDADAS

O secretário municipal de Justiça, Anderson Pomini, disse que o acordo para a troca de terrenos será transparente e que as críticas não têm fundamento. Segundo ele, a avaliação dos dois terrenos será feita por quatro peritos (da prefeitura, Promotoria, Justiça e das duas empresas).

“Os peritos vão levar em consideração todos os fatores, incluindo o potencial construtivo de cada um [dos terrenos]. Há muita crítica infundada”, afirmou o secretário.

Sobre a acusação de falta de transparência, Pomini responde que a Câmara Municipal fará audiências públicas.

Sem o aval do Legislativo, o acordo não pode ser firmado. “No momento adequado, a Câmara vai fazer a discussão, e o acordo será esmiuçado”, disse. Procuradas, as construtoras Cyrela e Setin não se pronunciaram.

Fonte: Folha de S.Paulo

Venda de imóveis cresce em MT

A aquisição de imóveis em Cuiabá cresceu no 1º trimestre deste ano. Segundo o Sindicato da Habitação de Mato Grosso (Secovi), foram vendidas 2,216 mil unidades ao valor total de R$ 584,805 milhões. A quantidade é 2,30% acima da registrada mesmo período de 2016 e o valor é 0,80% maior. Continuar lendo Venda de imóveis cresce em MT

Sem decisão sobre distratos, não existirão obras em 2018, diz diretor da Eztec

SÃO PAULO – Embora as perspectivas sejam mais otimistas para 2017 do que 2016, a questão dos distratos ainda segue assombrando o setor de construção civil: “existe uma mudança de humor no setor, mas enquanto não vier uma decisão sobre os distratos, vamos focar nos empreendimentos menores. Continuar lendo Sem decisão sobre distratos, não existirão obras em 2018, diz diretor da Eztec

Construtoras oferecem preços especiais em imóveis de Vila Velha

Algumas construtoras capixabas estão oferecendo condições imperdíveis para quem quer investir em imóveis nestes primeiros meses do ano. Os perfis variam, e os apartamentos contam com dois, três quartos e cobertura, além de oferecerem lazer completo para diversão de toda a família. Continuar lendo Construtoras oferecem preços especiais em imóveis de Vila Velha

Construtoras investem em infraestrutura coletiva de condomínios para atrair compradores

Boa infraestrutura coletiva, com opções de lazer, de cuidados com a saúde, beleza e espaço para confraternizações, mas com baixo preço de condomínio é o que o consumidor procura em um condomínio. Com a concorrência cada vez mais acirrada no mercado imobiliário, as construtoras e incorporadoras estão alertas para investir cada vez mais nisso. Continuar lendo Construtoras investem em infraestrutura coletiva de condomínios para atrair compradores

Construtoras obtêm bons resultados de vendas e seguem com ofertas em VV

A 23ª edição do Salão Imóvel, realizada em setembro, impulsionou o mercado imobiliário capixaba e continua gerando bons resultados pós-evento. O Inocoopes, por exemplo, conseguiu realizar vendas dos estoques já existentes. De acordo com a presidência do instituto, no período do evento foram negociadas 15 unidades do residencial Portal dos Mares e outras cinco estão em processo de análise pós-evento. Continuar lendo Construtoras obtêm bons resultados de vendas e seguem com ofertas em VV

Construtoras fazem feirão de imóveis com desconto e vantagens na compra

O estoque está grande e o mercado imobiliário anda fazendo qualquer negócio para desencalhar seus apartamentos. Construtoras e imobiliárias estão promovendo feirões no próximo final de semana com valores com desconto. Quem ganha é o consumidor, que pode adquirir imóveis pelo preço bem baixo e com vantagens. Continuar lendo Construtoras fazem feirão de imóveis com desconto e vantagens na compra

Construtoras capixabas já confirmaram presença no 23º Salão do Imóvel

O 23º Salão do Imóvel Ademi-ES já tem data e local para acontecer. A edição 2016 do evento será realizado na Área de Eventos do Shopping Vila Velha, de 15 a 18 de setembro. Na ocasião, serão comercializadas unidades residenciais, comerciais, além de loteamentos. O evento, principal do mercado imobiliário, se destaca pela variedade de empreendimentos disponíveis e também pelas condições e preços diferenciados oferecidos. Continuar lendo Construtoras capixabas já confirmaram presença no 23º Salão do Imóvel

Caixa eleva financiamento e construtoras têm dia de alta

São Paulo — As ações de construtoras dispararam nesta segunda-feira (18), após a notícia de que a Caixa Econômica Federal irá elevar o teto do valor de imóveis que podem ser financiados. O IMOB, índice do setor imobiliário, chegou a subir 2,4% durante o dia. Continuar lendo Caixa eleva financiamento e construtoras têm dia de alta